Sua clínica de fisioterapia paga mais imposto do que deveria?
Para fisioterapeutas com clínica no Rio Grande do Sul, o planejamento tributário pode representar uma diferença expressiva na rentabilidade do negócio. A Onestà Contabilidade, especializada em profissionais de saúde no RS, explica as estratégias disponíveis.
Estratégia 1: manutenção do Fator R no Anexo III
O Fator R é o mais impactante para fisioterapeutas no Simples. Manter a relação folha/faturamento acima de 28% garante o Anexo III com alíquotas menores. O ajuste mensal do pró-labore é a principal ferramenta — e o contador precisa monitorar esse número todo mês.
Estratégia 2: maximização dos dividendos
Com escrituração contábil em dia, o fisioterapeuta-sócio pode distribuir lucros com isenção de IR. Manter o pró-labore no nível mínimo para o Fator R e distribuir o restante como dividendos maximiza a renda líquida sem aumentar os impostos.
Estratégia 3: análise anual Simples vs. Presumido
Com o crescimento da clínica, pode chegar o momento em que o Lucro Presumido é mais vantajoso. Para fisioterapeutas com Fator R cronicamente abaixo de 28% e faturamento relevante, a migração para o Presumido pode reduzir a carga tributária efetiva.
Estratégia 4: estruturação das retiradas
Fisioterapeutas que retiram dinheiro da empresa sem estrutura formal (sem pró-labore registrado, sem dividendos formalizados) perdem a proteção tributária da distribuição isenta. A regularização das retiradas é um passo essencial.
Estratégia 5: revisão dos CNAEs
Clínicas que oferecem múltiplas atividades (fisioterapia + pilates + terapia ocupacional) precisam ter os CNAEs corretos para que cada atividade seja tributada no regime mais vantajoso disponível.
Diagnóstico tributário com a Onestà
A Onestà Contabilidade faz diagnóstico tributário completo para clínicas de fisioterapia no Rio Grande do Sul. Com dados reais e cenários comparativos. Atendemos em Santa Maria, Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul e em todo o RS.