Médico autônomo: sua aposentadoria precisa de atenção ativa
Para médicos autônomos no Rio Grande do Sul — seja pelo CPF ou com CNPJ —, a previdência social não é automática como para quem tem carteira assinada. A gestão da contribuição ao INSS precisa ser ativa e estratégica.
Médico autônomo pelo CPF: contribuição obrigatória
Como contribuinte individual, o médico autônomo deve recolher 20% sobre seu salário de contribuição mensalmente (entre o mínimo e o teto do INSS). Sem essa contribuição, não há direito a aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade ou pensão por morte.
Médico com CNPJ: a vantagem tributária
Com CNPJ no Simples Nacional, o INSS patronal e a parte do médico-sócio sobre o pró-labore são calculados de forma diferente. O sócio paga 11% de INSS sobre o pró-labore que definir. Definir um pró-labore no valor mínimo reduz o INSS pago, mas ainda garante os benefícios básicos. Essa é uma das vantagens tributárias concretas do CNPJ para médicos.
Teto do INSS e planejamento previdenciário
O teto do benefício do INSS é limitado (atualizado anualmente). Médicos com renda superior ao teto que dependem exclusivamente do INSS para a aposentadoria receberão muito menos do que ganham na fase ativa. Por isso, a previdência privada (PGBL, VGBL ou planos corporativos) é complemento importante ao INSS para médicos.
Deduções do INSS no IRPF
As contribuições ao INSS como autônomo são dedutíveis no cálculo do IRPF — reduzindo a base de cálculo do Carnê-Leão e da declaração anual. Não esquecer de lançar corretamente essa dedução.
A Onestà orienta sobre INSS e previdência no RS
A Onestà Contabilidade ajuda médicos no Rio Grande do Sul a estruturar corretamente as contribuições ao INSS e o planejamento previdenciário. Atendemos em Santa Maria, Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul e em todo o RS.