Farmacêutico recém-formado: CPF ou CNPJ para começar?
Logo após a formatura em farmácia e o registro no CRF-RS, muitos profissionais precisam decidir como estruturar sua atuação: como autônomos pelo CPF ou com CNPJ aberto? A resposta depende do plano de carreira e do tipo de atividade que será exercida.
Quando abrir CNPJ é necessário ou vantajoso para farmacêuticos
- Abertura de farmácia de manipulação própria — exige CNPJ obrigatoriamente;
- Prestação de serviços como RT (responsável técnico) para drogarias ou farmácias — muitas empresas exigem CNPJ do profissional;
- Assessoria regulatória para empresas do setor farmacêutico;
- Faturamento mensal acima de patamar em que o CPF se torna menos eficiente tributariamente.
Qual tipo de empresa para farmacêuticos recém-formados
- SLU: para farmacêuticos que vão atuar sozinhos;
- LTDA: para farmácias de manipulação ou laboratórios com sócios;
- MEI: não é permitido para farmacêuticos (profissão regulamentada pelo CRF).
Regime tributário recomendado para início
Para farmacêuticos em início de carreira, o Simples Nacional é geralmente a melhor opção pela simplicidade e alíquotas adequadas ao faturamento inicial. A revisão anual entre Simples e Presumido deve ser feita conforme o negócio cresce.
Documentos necessários para abrir CNPJ como farmacêutico no RS
- Registro ativo no CRF-RS;
- Documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência);
- Definição de endereço da empresa;
- CNAE correto para a atividade farmacêutica;
- Licenças específicas se houver farmácia de manipulação (ANVISA, Vigilância Sanitária).
Comece sua carreira com a estrutura certa
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