CPF ou CNPJ: qual a tributação correta para o seu perfil de enfermeiro no RS?
Enfermeiros que prestam serviços de forma autônoma no Rio Grande do Sul — em home care, UPAs, clínicas sem vínculo de emprego ou em domicílios — enfrentam uma escolha tributária importante: continuar como pessoa física (CPF) ou abrir um CNPJ.
A resposta depende do volume de faturamento e de outros fatores, mas a Onestà Contabilidade pode ajudar a fazer essa comparação com precisão.
Tributação como enfermeiro autônomo (CPF)
Como autônomo pelo CPF, o enfermeiro paga:
- Carnê-Leão: IRPF progressivo sobre rendimentos de PF (de isento à alíquota máxima);
- INSS: 20% como contribuinte individual (ou 11% no plano simplificado);
- Declaração de IR anual com todos os rendimentos e deduções.
Tributação como enfermeiro com CNPJ (Simples Nacional)
Com CNPJ no Simples:
- DAS mensal calculado sobre o faturamento bruto (alíquotas do Simples);
- INSS de 11% apenas sobre o pró-labore definido;
- Distribuição de lucros com isenção de IR para o sócio;
- Emissão de NFS-e para todos os serviços prestados.
Quando compensa abrir CNPJ para enfermeiros
Em geral, a abertura de CNPJ começa a ser vantajosa quando:
- O faturamento mensal ultrapassa um patamar em que os impostos como PF superam os custos do CNPJ + impostos como PJ;
- Empresas de home care ou hospitais exigem CNPJ para formalizar a contratação como prestador;
- Você quer ter acesso a financiamento empresarial para equipamentos;
- Você planeja contratar auxiliares ou outros profissionais.
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A Onestà Contabilidade faz a análise comparativa completa para enfermeiros no RS — calculando quanto você paga hoje como PF e quanto pagaria com CNPJ, com base no seu faturamento real. Atendemos em Santa Maria, Porto Alegre, Canoas, Pelotas e em todo o Rio Grande do Sul.